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quarta-feira, 29 de junho de 2011
Brizola Neto na Comissão de Ciência e Tecnologia
Participei, até o início da tarde, da reunião da Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados e conseguimos adiar a votação, prevista para hoje, da proposta que define crimes cibernéticos, que ficou conhecida como “AI-5 digital”, como registra o portal IG. No dia 13, teremos última audiência pública para discutir alterações no projeto e a votação só poderá ocorrer depois do recesso.
Até lá, vamos fazer força para que o Governo envie ao Congresso o Marco Regulatório Civil da Internet, que crie uma regulação mínima para a rede. Porque isso é o mais correto: criar uma regra aberta e democrática e, só depois disso, definir aquilo que, por quebrá-las, pode ser classificado como crime.
Não podemos e não devemos partir para uma criminalização geral das atividades na rede influenciados.
Divulgo, aí em cima, o vídeo que o fotógrafo do PDT, Alexandre Amarante, gravou da minha participação.
Tijolaço
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Sindicato faz manifestação agora na Praça 7
O IPSEMG – Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais – faz agora uma manifestação na Praça Sete por melhorias trabalhistas.
A greve havia sido anunciada durante a última semana no blog oficial - http://sisipsemg.blogspot.com/ - pelas seguintes melhorias:
Por melhores condições de trabalho, concursos públicos, imediato reposicionamento, reajustes ativos e aposentados, concessão da promoção por escolaridade, para todos os auxiliares e técnicos, que tenham o diploma em sua ficha funcional, independente de ter assinado o requerimento, pagamento corrigido imediato, pagamento dos valores retroativos, correção dos valores da insalubridade, e que seja pago para todos da área de saúde.
Se lembrarmos, a educação está em greve, a segurança e a saúde. Todos os servidores estão insatisfeitos com o (des) governo Antonio Anastasia PSDB- lembramos que ele é professor hein- que nada faz além de jogo político por interesses próprios. Nada para o bem da população.
A greve havia sido anunciada durante a última semana no blog oficial - http://sisipsemg.blogspot.com/ - pelas seguintes melhorias:
Por melhores condições de trabalho, concursos públicos, imediato reposicionamento, reajustes ativos e aposentados, concessão da promoção por escolaridade, para todos os auxiliares e técnicos, que tenham o diploma em sua ficha funcional, independente de ter assinado o requerimento, pagamento corrigido imediato, pagamento dos valores retroativos, correção dos valores da insalubridade, e que seja pago para todos da área de saúde.
Se lembrarmos, a educação está em greve, a segurança e a saúde. Todos os servidores estão insatisfeitos com o (des) governo Antonio Anastasia PSDB- lembramos que ele é professor hein- que nada faz além de jogo político por interesses próprios. Nada para o bem da população.
Marchas e outras mobilizações da moda para o jornalista que adora tumultuar
fonte:http://desilusoesperdidas.blogspot.com/2011/06/marchas-e-outras-mobilizacoes-da-moda.html
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Marchas e outras mobilizações da moda para o jornalista que adora tumultuar
Marcha da Redação com Deus pela Liberdade de Imprensa.
Ato de Resistência ao Novo Acordo Ortográfico (pelo direito de escrever idéia com acento).
Microfonaço (pelo direito de perguntar quando e a quem bem quiser).
Parada do Orgulho do Assessor de Imprensa.
Marcha pela Divulgação de Notícias Vagabundas (inspirada no movimento canadense SlutNewsWalk).
Marcha dos Motoristas de Carro de Reportagem pela Democratização da Boca-Livre.
Churrasco do Diploma Diferenciado (manifestação bem-humorada em defesa do diploma de jornalismo).
Marcha Nacional pela Máquina de Café na Redação.
Marcha da Maconha (liderada, enrolada e apertada pelos fotógrafos).
Twittaço pela Dignidade (com a divulgação da hashtag #SouJornalistaMasSouLimpinho).
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Marchas e outras mobilizações da moda para o jornalista que adora tumultuar
Marcha da Redação com Deus pela Liberdade de Imprensa.
Ato de Resistência ao Novo Acordo Ortográfico (pelo direito de escrever idéia com acento).
Microfonaço (pelo direito de perguntar quando e a quem bem quiser).
Parada do Orgulho do Assessor de Imprensa.
Marcha pela Divulgação de Notícias Vagabundas (inspirada no movimento canadense SlutNewsWalk).
Marcha dos Motoristas de Carro de Reportagem pela Democratização da Boca-Livre.
Churrasco do Diploma Diferenciado (manifestação bem-humorada em defesa do diploma de jornalismo).
Marcha Nacional pela Máquina de Café na Redação.
Marcha da Maconha (liderada, enrolada e apertada pelos fotógrafos).
Twittaço pela Dignidade (com a divulgação da hashtag #SouJornalistaMasSouLimpinho).
Madereiros invadem projeto da irmã Dorothy em Anapu
fonte:http://colunistas.ig.com.br/poderonline/2011/06/26/madereiros-invadem-projeto-da-irma-dorothy-em-anapu/
Brasil | 12:37
Madereiros invadem projeto da irmã Dorothy em Anapu
Palco do assassinato da freira Dorothy Stang, em 2005, o Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, em Anapu, no Pará, foi invadido, esta noite, por ladrões de madeira de lei.
Desde janeiro, o madeireiro José Junior Avelino Siqueira, conhecido na região como Junior da Semente, ameaçava roubar a madeira apreendida. Os extrativistas denunciaram a situação ao governo federal que chegou a enviar a Policia Federal, o Incra e o Ibama, mas as forças governamentais não permaneceram na região. Os moradores resolveram, então, fazer uma “guarita humana” para evitar o roubo das toras de madeira de lei.
Nessa noite, segundo os extrativistas, os funcionários de Junior da Semente conseguiram entrar no Projeto e roubaram dois caminhões de madeira. A situação é bastante tensa no local.
Brasil | 12:37
Madereiros invadem projeto da irmã Dorothy em Anapu
Palco do assassinato da freira Dorothy Stang, em 2005, o Projeto de Desenvolvimento Sustentável Esperança, em Anapu, no Pará, foi invadido, esta noite, por ladrões de madeira de lei.
Desde janeiro, o madeireiro José Junior Avelino Siqueira, conhecido na região como Junior da Semente, ameaçava roubar a madeira apreendida. Os extrativistas denunciaram a situação ao governo federal que chegou a enviar a Policia Federal, o Incra e o Ibama, mas as forças governamentais não permaneceram na região. Os moradores resolveram, então, fazer uma “guarita humana” para evitar o roubo das toras de madeira de lei.
Nessa noite, segundo os extrativistas, os funcionários de Junior da Semente conseguiram entrar no Projeto e roubaram dois caminhões de madeira. A situação é bastante tensa no local.
FHC, a eleição de 94 e o filho incômodo
fonte:http://noticias.r7.com/blogs/nirlando-beirao/2011/06/27/fhc-a-eleicao-de-94-e-o-filho-incomodo/
27 jun as 06h49 .FHC, a eleição de 94 e o filho incômodo
Tags: eleição, FHC, Miriam Dutra, Ruth Cardoso
.
Comente..Um fantasma assombrou a campanha presidencial de Fernando Henrique, em 1994 – a primeira que ele ganharia, embalado pelo sucesso do Plano Real e pelo arco-íris de alianças tecidas à sua volta, de Paulo Maluf ao ex-PCB, passando pelo supercoronel nordestino Antonio Carlos Magalhães.
Um possível escândalo tirava o sono do staff da campanha – segredo que circulava livremente nas esferas bem informadas por Brasília, entre políticos e jornalistas, mas que a mídia amiga do candidato, quer dizer, toda a grande imprensa, tratava de ocultar debaixo do tapete. Fernando Henrique seria o pai do filho mais novo da jornalista Miriam Dutra, repórter da TV Globo na Capital Federal. Em 1994, Tomás tinha de dois para três anos (ele é do dia 25 de setembro).
O desgaste provocado na campanha de Lula, na eleição anterior, a de 1989, por outra Miriam – que a campanha de Collor aproveitou com tinturas dramáticas, outro affair que terminou no nascimento de uma filha reconhecida, aliás, por Lula –, escaldou a turma do PSDB, que tratou de blindar o diz que diz do melhor jeito possível.
Invocou-se o compadrio incondicional do chefe de Miriam Dutra, o então diretor de Jornalismo da Rede Globo, Alberico Souza Cruz, e a repórter acabou sendo exilada para Portugal, como correspondente da emissora. Não é que Portugal seja um lugar pródigo em notícias, mas, mais do que isso, o que aconteceu com Miriam é que nenhuma de suas matérias foi ao ar no longo período da campanha presidencial. Era para ser esquecida, a moça – e de fato foi.
Miriam Dutra chegou a ser queixar com amigos e amigas, alegando que jamais faria contra FHC o escândalo que a sua xará armara contra Lula. E amigos e amigas – e até um e outro jornalista bisbilhoteiro/a – aprenderam a respeitar seu discreto silêncio.
Mas o pavor continuava assolando as hostes de FHC. Sabe-se, por exemplo, que José Serra apareceu certa noite, bem tarde da noite, como é, aliás, de seu estilo, para uma conversinha amiga e aproveitou-se para, num momento de descuido de Miriam Dutra, ir lá dar uma checada na geladeira – para se assegurar que nada lhe estava faltando. Ao perceber a indelicadeza, Miriam despachou Serra no primeiro táxi disponível lá no vizinho Cassino do Estoril.
As cabeças-pensantes da campanha – no mais alto patamar estavam os chamados “três ursos”, o então robusto Nizan Guanaes e os igualmente roliços Sergio Motta e Geraldo Walter, ambos já falecidos – temiam também pela eventualidade de que o vazamento indevido do rumor pudesse chegar até Ruth Cardoso, mulher de FHC, e, assim, criar um constrangimento doméstico de razoáveis proporções.
O que se sabe hoje é que não foi FHC o portador da incômoda notícia, mas que Ruth reagiu como se poderia esperar dela: uma indiferença cheia de dignidade que, dizem os mais íntimos, escondia o fato de que ela, sagaz como era, já sabia de tudo.
De todo modo, a campanha de 94 escoou sem baixarias – um exemplar contraponto à medonha atitude dos marqueteiros de Fernando Collor, do próprio candidato e da imprensa disposta a tudo contra a candidatura Lula.
A acachapante informação, agora divulgada, de que o exame de DNA desmente a paternidade de Fernando Henrique não tem o dom de apagar as angústias e dores que o episódio causou na época a muita gente – e que continuou causando até hoje. A triste vítima é o garoto.
27 jun as 06h49 .FHC, a eleição de 94 e o filho incômodo
Tags: eleição, FHC, Miriam Dutra, Ruth Cardoso
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Comente..Um fantasma assombrou a campanha presidencial de Fernando Henrique, em 1994 – a primeira que ele ganharia, embalado pelo sucesso do Plano Real e pelo arco-íris de alianças tecidas à sua volta, de Paulo Maluf ao ex-PCB, passando pelo supercoronel nordestino Antonio Carlos Magalhães.
Um possível escândalo tirava o sono do staff da campanha – segredo que circulava livremente nas esferas bem informadas por Brasília, entre políticos e jornalistas, mas que a mídia amiga do candidato, quer dizer, toda a grande imprensa, tratava de ocultar debaixo do tapete. Fernando Henrique seria o pai do filho mais novo da jornalista Miriam Dutra, repórter da TV Globo na Capital Federal. Em 1994, Tomás tinha de dois para três anos (ele é do dia 25 de setembro).
O desgaste provocado na campanha de Lula, na eleição anterior, a de 1989, por outra Miriam – que a campanha de Collor aproveitou com tinturas dramáticas, outro affair que terminou no nascimento de uma filha reconhecida, aliás, por Lula –, escaldou a turma do PSDB, que tratou de blindar o diz que diz do melhor jeito possível.
Invocou-se o compadrio incondicional do chefe de Miriam Dutra, o então diretor de Jornalismo da Rede Globo, Alberico Souza Cruz, e a repórter acabou sendo exilada para Portugal, como correspondente da emissora. Não é que Portugal seja um lugar pródigo em notícias, mas, mais do que isso, o que aconteceu com Miriam é que nenhuma de suas matérias foi ao ar no longo período da campanha presidencial. Era para ser esquecida, a moça – e de fato foi.
Miriam Dutra chegou a ser queixar com amigos e amigas, alegando que jamais faria contra FHC o escândalo que a sua xará armara contra Lula. E amigos e amigas – e até um e outro jornalista bisbilhoteiro/a – aprenderam a respeitar seu discreto silêncio.
Mas o pavor continuava assolando as hostes de FHC. Sabe-se, por exemplo, que José Serra apareceu certa noite, bem tarde da noite, como é, aliás, de seu estilo, para uma conversinha amiga e aproveitou-se para, num momento de descuido de Miriam Dutra, ir lá dar uma checada na geladeira – para se assegurar que nada lhe estava faltando. Ao perceber a indelicadeza, Miriam despachou Serra no primeiro táxi disponível lá no vizinho Cassino do Estoril.
As cabeças-pensantes da campanha – no mais alto patamar estavam os chamados “três ursos”, o então robusto Nizan Guanaes e os igualmente roliços Sergio Motta e Geraldo Walter, ambos já falecidos – temiam também pela eventualidade de que o vazamento indevido do rumor pudesse chegar até Ruth Cardoso, mulher de FHC, e, assim, criar um constrangimento doméstico de razoáveis proporções.
O que se sabe hoje é que não foi FHC o portador da incômoda notícia, mas que Ruth reagiu como se poderia esperar dela: uma indiferença cheia de dignidade que, dizem os mais íntimos, escondia o fato de que ela, sagaz como era, já sabia de tudo.
De todo modo, a campanha de 94 escoou sem baixarias – um exemplar contraponto à medonha atitude dos marqueteiros de Fernando Collor, do próprio candidato e da imprensa disposta a tudo contra a candidatura Lula.
A acachapante informação, agora divulgada, de que o exame de DNA desmente a paternidade de Fernando Henrique não tem o dom de apagar as angústias e dores que o episódio causou na época a muita gente – e que continuou causando até hoje. A triste vítima é o garoto.
domingo, 26 de junho de 2011
"Com esse nome, AI5 Digital deve ser coisa séria"
Bom, esse foi um comentário que tive que ouvir ontem no ETC. Vamos começar do início, melhor.
Rolou ontem em BH o 7º ETC - Encontro de Twitteiros Culturais do Brasil, tendo a regional de Belo Horizonte escolhida para se encontrar no anfiteatro do shopping Pátio Savassi. Como convidados para o debate, foram escolhidos o cientista político e produtor cultural, Talles Lopes; a Mestre em Ciências Políticas e historiadora, Regina Helena Alves da Silva; o Doutor em Ciência Política, Bruno Reis; e a psicóloga, Júlia Ramalho Pinto. O encontro foi mediado pelo jornalista Marcelo Guedes.
O debate variava de assunto. Cultura, pirataria, direitos autorais, ataques dos hackers a sites do governo durante a semana... Tudo relacionado ao mundo digital. Acompanhamos o encontro via stream pelo site do evento. Pela transmissão, poderíamos também participar via twitter e email, mandando perguntas etc.
Ok, chegou a hora de enviar perguntas. A primeira pergunta enviada, a mulher se esquivou, falando apenas da participação das pessoas via web. Ai veio o bombardeio. Claro, queríamos saber a opinião desses "especialistas"(em que?!)sobre o AI5 Digital, do Nobre(sic) Senador Eduardo Azeredo(de onde mais ele seria a não ser PSDB)que quer censurar a internet dos brasileiros, deixando que o governo filtre seu conteúdo e rastreando dados de usuários.
Claro que uma discussão sobre internet,twitter e rede social devemos discutir isso. Ou não tem nada a ver com o assunto?
Enfim, voltamos a perguntar e o assunto foi jogado à mesa. Primeiro ninguém falou nada e, quando o mediador direcionou a palavra aos convidados, os comentários foram os mais básicos de todos. "É, um projeto que preciso estudar pois não estou a parte" disse um dos "especialistas" em web. "Com esse nome deve ser algo sério, pois lembra o AI5 da Ditadura"(Gênio,não??)Apenas a professora Regina Helena conseguiu dar uma palavra mais concreta ao assunto, dizendo que é um ato de tentar censurar a internet, que ela deve ser um meio livre de informação e expressão, mas temos que pesar o limite ético.
Ok, mas em um encontro de twitteiros, deixar passar um assunto como esse, como isso é possível? Em nosso encontro, o #BloguemusMG , falamos bastante sobre o AI5 Digital, afinal é algo que interfere diretamente em nossas atitudes na rede, seja ela militante ou apenas para navegação a lazer. O encontro ficou no Bla bla bla e infelizmente ficamos decepcionados com o conteúdo dado pelos "especialistas" na rosa.
Veja bem,não estou aqui tentando desqualificar a competência profissional de cada convidado, mas como pode um especialista em web falar que ..."com esse nome, AI5 digital deve ser coisa séria"? Poxa amigão, acorda pra cuspir, veja o que a web traz, veja a proporção de nossos comentários no twiiter hoje e veja o que o Senador quer fazer para impedir isso.
Rolou ontem em BH o 7º ETC - Encontro de Twitteiros Culturais do Brasil, tendo a regional de Belo Horizonte escolhida para se encontrar no anfiteatro do shopping Pátio Savassi. Como convidados para o debate, foram escolhidos o cientista político e produtor cultural, Talles Lopes; a Mestre em Ciências Políticas e historiadora, Regina Helena Alves da Silva; o Doutor em Ciência Política, Bruno Reis; e a psicóloga, Júlia Ramalho Pinto. O encontro foi mediado pelo jornalista Marcelo Guedes.
O debate variava de assunto. Cultura, pirataria, direitos autorais, ataques dos hackers a sites do governo durante a semana... Tudo relacionado ao mundo digital. Acompanhamos o encontro via stream pelo site do evento. Pela transmissão, poderíamos também participar via twitter e email, mandando perguntas etc.
Ok, chegou a hora de enviar perguntas. A primeira pergunta enviada, a mulher se esquivou, falando apenas da participação das pessoas via web. Ai veio o bombardeio. Claro, queríamos saber a opinião desses "especialistas"(em que?!)sobre o AI5 Digital, do Nobre(sic) Senador Eduardo Azeredo(de onde mais ele seria a não ser PSDB)que quer censurar a internet dos brasileiros, deixando que o governo filtre seu conteúdo e rastreando dados de usuários.
Claro que uma discussão sobre internet,twitter e rede social devemos discutir isso. Ou não tem nada a ver com o assunto?
Enfim, voltamos a perguntar e o assunto foi jogado à mesa. Primeiro ninguém falou nada e, quando o mediador direcionou a palavra aos convidados, os comentários foram os mais básicos de todos. "É, um projeto que preciso estudar pois não estou a parte" disse um dos "especialistas" em web. "Com esse nome deve ser algo sério, pois lembra o AI5 da Ditadura"(Gênio,não??)Apenas a professora Regina Helena conseguiu dar uma palavra mais concreta ao assunto, dizendo que é um ato de tentar censurar a internet, que ela deve ser um meio livre de informação e expressão, mas temos que pesar o limite ético.
Ok, mas em um encontro de twitteiros, deixar passar um assunto como esse, como isso é possível? Em nosso encontro, o #BloguemusMG , falamos bastante sobre o AI5 Digital, afinal é algo que interfere diretamente em nossas atitudes na rede, seja ela militante ou apenas para navegação a lazer. O encontro ficou no Bla bla bla e infelizmente ficamos decepcionados com o conteúdo dado pelos "especialistas" na rosa.
Veja bem,não estou aqui tentando desqualificar a competência profissional de cada convidado, mas como pode um especialista em web falar que ..."com esse nome, AI5 digital deve ser coisa séria"? Poxa amigão, acorda pra cuspir, veja o que a web traz, veja a proporção de nossos comentários no twiiter hoje e veja o que o Senador quer fazer para impedir isso.
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